Viver Não Dói

Reflexão de hoje

<Olá, tudo bem com você? Pensando bem, esta reflexão nos desperta para procurarmos viver mais a nossa vida focando nas possibilidades. Veja só!>

“Viver não dói” ou “As possibilidades perdidas”

Martha Medeiros

Fiquei sabendo que um poeta mineiro que eu não conhecia, chamado Emilio Moura, teria completado 100 anos neste mês de agosto, caso vivo fosse. Era amigo de outro grande poeta, Drummond. Chegaram a mim alguns versos dele, e um em especial me chamou a atenção: “Viver não dói. O que dói é a vida que não se vive”.

Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Sofremos por quê?

Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade interrompida.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: se iludindo menos e vivendo mais.

Autoria desvendada pelo blog: “O Autor Desconhecido“.
Esse texto NÃO É de Carlos Drummond de Andrade

<O mais importante é que nós estamos ajudando nossos amigos com estas reflexões. Eu faço a minha parte, você faz a sua e, a cada dia alcaçamos mais pessoas para abençoar. Isto faz parte da vida e traz satisfação. Vamos aumentar nossa meta: vamos divulgar para mais amigos. O meu desejo é que você tenha um excelente dia, repleto de vida, amor, saúde,prosperidade, muita paz e ale gria! Até amanhã se Deus quizer.>

Pr. Calvino Brasil

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