O Campeão e o Derrotado

Foto:2.bp.blogspot.com

Continuação do texto de ontem. Espero que você goste!

Numa grande loja de calçados havia um vendedor que sempre era o campeão de vendas. Ele tinha o respeito de todos e era muito bem visto pela liderança de rede. Havia também outro jovem, este, sempre era o pior vendedor.

Era portador e praticante da doença chamada “desculpite” do fracasso e manifestava a síndrome da derrota “o derrotado acusa, reclama e dá desculpas”.

Estava sempre se queixando que o campeão era sempre privilegiado e ele, injustiçado. Certo dia, o seu superior mandou chamá-lo ao escritório central e disse-lhe: você vive reclamando que nós favorecemos o seu colega, mas isso não é verdade.

Vou lhe dar a grande oportunidade da sua vida: você irá ser o nosso representante e supervisor geral em uma região da África. Ele ficou feliz e determinou-se a aceitar o desafio.

O chefão sugeriu que ele levasse uma carga de calçados na viagem, mas ele argumentou que precisava pesquisar antes de tomar qualquer decisão precipitada. Ao chegar naquela localidade constatou que quase ninguém usava sapatos. Furioso, contatou seu chefe.

– Eu sabia que vocês eram mal intencionados comigo. Aqui ninguém usa sapatos; quero regressar imediatamente.

Após o seu retorno, pacientemente, o seu patrão lhe disse: agora eu enviarei o seu colega para testar a sua atitude. O campeão encarou o desfio e pediu para levar consigo uma carga de sapatos.

Ao desembarcar, ele saltou de alegria e, mais que urgente, contatou o chefe. – Patrão, aqui ninguém usa sapatos, vou arrebentar! Mande mais sapatos!

Quantos ficam dando desculpas e perdem as grandes oportunidades que a vida lhes oferece porque são covardes e acomodados. É mais fácil justificar-se com a “desculpite” do fracasso do que aceitar desafios, muitas vezes árduos e difíceis, porém, formadores de campeões. Não existe glória sem sacrifício.

A segunda ilustração nos mostra a história de um alcoólatra, derrotado, violento, que sempre estava espancando a mulher e os filhos gêmeos que ainda eram pequenos. Certo dia, ele matou a esposa e suicidou-se. Seus filhos foram adotados por famílias diferentes, ambas de boa índole e equilibradas financeiramente.

Uma família foi para o leste e outra, para o oeste. Anos mais tarde, o serviço de pesquisa da assistência social procurou saber o destino daqueles gêmeos. O primeiro foi encontrado exatamente com as características do pai: alcoólatra, violento, divorciado. Ao ser perguntado por que tinha aquele estilo de vida, respondeu:

– Vocês não conheceram o pai que eu tive.

O segundo foi encontrado em grande prosperidade, bom marido, pai exemplar, reconhecido e respeitado na sua cidade. Ao ser indagado sobre o motivo de seu sucesso, ele respondeu – vocês não conheceram o pai que eu tive…

Dá para você entender, ou quer mais? A decisão sempre será sua. Na hora da decisão, você traça o seu destino! Está escrito nas sagradas escrituras que “cada um queixe-se dos seus próprios pecados”.

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