A Filosofia das formigas

Nos tempos atuais, quando se fala em crise econômica em todas as rodas de conversas, lembrei-me, de repente, de um artigo de um consultor americano publicado na revista The Economist, versão em inglês, no qual ele fala sobre a Filosofia das Formigas.

A filosofia das formigas está dividida em quatro partes. A primeira parte: FORMIGAS NUNCA DESISTEM. Isto significa que a formiga tem um objetivo, persistindo até o fim para alcançá-lo. Nenhum obstáculo é capaz de detê-la. Um tronco, uma pedra ou mesmo uma poça d’água é logo contornada, objetivando um fim que é o cumprimento da meta. As formigas diante dos obstáculos nunca voltam atrás, o fim terá que ser alcançado, mesmo que o caminho seja o mais longo.

A segunda parte: FORMIGAS PENSAM “INVERNO” DURANTE TODO O VERÃO. Este é um ensinamento extremamente importante, pois significa que poupa o máximo que pode para se precaver no inverno. Armazena para os momentos mais difíceis tudo aquilo que é necessário para a sobrevivência do formigueiro, quando escasseia a comida no período chuvoso. Coroa, assim, o pensamento de ‘ guardar hoje para usufruir amanhã’.

A terceira parte: FORMIGAS PENSAM ‘VERÃO’ EM TODO INVERNO. Isto significa que o formigueiro passa por um grande programa de motivação, significando que “ o período de frio, chuva e escuridão não irá durar para sempre, e que logo, logo, elas irão estar ativas novamente”.Elas sabem que o inverno nunca dura para sempre. Sabem que devem estar preparadas para a primavera e verão que estão por vir.

A quarta parte é um questionamento: QUANTO UMA FORMIGA DEVERÁ GUARDAR DURANTE O VERÃO? Segundo o autor a resposta é simples: TUDO QUANTO ELA PUDER. Elas não gastam ou consomem o que têm, tampouco acalentam o pensamento “ de que aquilo é tão pouco que não vale a pena guardar”. Elas guardam tudo, em conseqüência têm quando precisam.

Este conteúdo filosófico deve ser aplicado a nós no dia-a-dia, focados no futuro, naquilo que está por vir, haja vista que períodos econômicos são cíclicos, previsíveis de acordo com a história econômica mundial.

Todo o enunciado neste artigo serve para demonstrar, que como as formigas, devemos trabalhar diuturnamente visando o futuro. Demonstra que, como elas, precisamos trabalhar em conjunto, ignorar obstáculos, não desprezar as pequenas medidas de economia, sejam elas domésticas ou profissionais.

Resta alertar a todos para que poupem e economizem na dificuldade, pois com certeza, o inverno da crise econômica e desesperança não durará para sempre, logo mais o sol voltará a brilhar.

Coloquemos, hoje, a filosofia das formigas no rol dos princípios filosóficos que doravante nortearão nossas vidas.

Texto de Antonio Cândido de Souza

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